AROEIRA-BRAVA
Lithraea brasiliensis Marchand
Angiosperma
Família: Anacardiaceae
Nome popular: aroeira-brava
Nativa
Ocorrência: Ocorre em todas as formações vegetais do Rio Grande do Sul. Nativa no Rio Grande do Sul. Nativa em Santa Catarina.
Características: O nome Lithrea e adaptação do nome indígena chileno lythi ou lithtii brasiliense espécie encontrada no Brasil.
Árvore perenifólia, heliófita, espécie pioneira, secundária inicial ou clímax. Sua altura atinge até 25 m e seu diâmetro 45 cm. Suas folhas são simples, alternadas de coloração verdes quando adultas. Suas flores são pequenas, e hermafroditas, contendo de quatro a seis pétalas, de coloração branco-esverdeadas em panícula. Inflorescência em panículas axilares ou terminais, oblongas e eretas. O fruto é drupáceo, branco ou verde-azeitona-claro.
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Aspectos Ecológicos: A floração acontece em setembro a outubro e a frutificação acontece em Novembro / Fevereiro. A planta é polinizada por abelhas e insetos. A dispersão das sementes acontece pelo vento ou por animais (anemocoria, zoocoria).
Importância econômica: Espécie ornamental pouco usada no paisagismo devido a alergia que causa certas pessoas. As flores do bugreiro são melíferas produzindo pólen e néctar. Possuem substância cáustica que causam alergias (pruido e manchas vermelhas na pele), os grãos de pólen, a seiva, folhas quando quebrados, podem provocar sérios problemas alérgicos em pessoas sensíveis. Por ser uma madeira resistente, durável, é muito utilizada na construção de postes, moirões, lenha e carvão.
Uso Medicinal: As folhas possuem propriedades medicinais para doenças de pele como o efeito cicatrizante.