AROIERA-VERMELHA
Schinus terebinthifolia Raddi
Angiosperma
Família: Anacardiaceae
Nome popular: aroeira-vermelha, aroeira-pimenteira ou poivre-rose
Nativa
Ocorrência: Desde o Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul.
Características: Árvore de porte médio, dioica, de folhas compostas, aromáticas. Flores pequenas em panículas, fruto tipo drupa, vermelho-brilhante, aromático e adocicado. Reproduz-se por sementes ou por estacas. Altura de 5-10 metros, com tronco de 30 a 60 cm de diametros revestido com casca grossa. Folhas compostas imparimpinadas, fortemente aromáticas, geralmente com sete foliolos de 3-7 cm de comprimento por 2-3 cm de largura. Influrescências paniculadas axilares e terminais, com flores pequenas de cor embranquiçadas. Os frutos são drupas globosas de cor vermelho brilhante quando maduras.
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Aspectos Ecológicos: Floresce principalmente durante os meses de Setembro – Janeiro e frutifica predominantemente no período Janeiro-Julho. A espécie é generalista quanto aos polinizadores, possuindo uma vasta gama de vetores de pólen, sendo em geral polinizada efetivamente por algumas espécies de abelhas e vespas e potencialmente por diversos outros insetos.
Importância econômica: A aroeira-salsa e a aroeira-pimenteira são usadas em culinária, recebendo o nome de pimenta rosa, um tipo de pimenta doce.
Uso Medicinal: Indicada medicinalmente no tratamento da artrite, febres, ferimentos e reumatismos. Registra-se os seguinte usos etnofarmacológicos: anti-inflamatória, antiespasmódica, tônica, vulnerária, diurética, antileucorreica, emenagoga, adstringente, cicatrizante, balsâmica e bactericida. Assinalando ainda que com a resina azulada da casca os jesuítas preparavam o “balsamo das missões” de uso corrente entre a população cabocla.